Como um navio ancorado no porto,
Que o vento e a tempestade não o afasta do cais.
No abraço apertado de amigos,
Que há muito não se vêem.
E quando se apertam um se torna o outro.
A prisão amorosa do útero, que protege e dá vida,
No ventre da mãe.
O voo do passarinho que deixa seu ninho,
Indo lutar contra as correntes de ar,
Tentando achar o que comer e alimentar sua cria.
São tudo formas de amar,
Eles têm suas dores e seus amores.
Um que dá, outro que recebe.
Uma troca de sentimentos
Que embebidos pelo momento
Os deixam únicos.
Um que completa o que está ausente no outro.
O Amor.
Ele que completa tudo
Todos se rendem por ele
Se fazem de fortes, dizem que não acreditam
Mas quando ele chega, é como cachoeira,
Que vai enchendo o peito até transbordar.
Todos precisam dele,
Tudo dá voltas em torno dele.
Como a terra seca precisa d'água
Como o poeta de sua amada.
Que o vento e a tempestade não o afasta do cais.
No abraço apertado de amigos,
Que há muito não se vêem.
E quando se apertam um se torna o outro.
A prisão amorosa do útero, que protege e dá vida,
No ventre da mãe.
O voo do passarinho que deixa seu ninho,
Indo lutar contra as correntes de ar,
Tentando achar o que comer e alimentar sua cria.
São tudo formas de amar,
Eles têm suas dores e seus amores.
Um que dá, outro que recebe.
Uma troca de sentimentos
Que embebidos pelo momento
Os deixam únicos.
Um que completa o que está ausente no outro.
O Amor.
Ele que completa tudo
Todos se rendem por ele
Se fazem de fortes, dizem que não acreditam
Mas quando ele chega, é como cachoeira,
Que vai enchendo o peito até transbordar.
Todos precisam dele,
Tudo dá voltas em torno dele.
Como a terra seca precisa d'água
Como o poeta de sua amada.
Antonio Oliveira
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