sábado, 25 de julho de 2015

Homenagem ao Povo Nordestino.

Homem que lida a roça
Tira da terra seca algo pra comer
Mora numa casa humilde
Uma casa de sape.
Um pequeno fogão à lenha
Onde sai sua alimentação
A energia é o candeeiro
E a janela sua televisão.
Ali ele vê seu mundo
Sua roça, seus animais
Falando consigo mesmo
Vida melhor não tem mais.
Senhor de idade avançada
Que nesta vida sofreu bastante
Viu partir desta vida
Sua amada, sua amante.
Aqui faço a homenagem
A todo homem nordestino
Homens que vive uma vida de espinhos.
Mas que nunca se arrependeu
E conta sua história rindo
Ri do que passou
As lágrimas só vêem aos olhos
Quando fala da mulher que amou.
Antonio Oliveira

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