Borboleta
Tudo está como sempre
Ouve-se aquela música
Que sempre toca... Sempre
Mas não para sempre!
Sempre nada será para sempre
Tudo perdido para nós
Não adianta atar os nós!
Tememos não viver
Queremos viver
Uma vida que é o agora
Pois se morre a qualquer hora
Às vezes sem adeus, sem DEUS
Em cada milésimo de segundo.
Há um campo minado...
Quem faz reflexões enlouquece cedo
Quando sente a fragilidade da vida
A poeira que envolve a felicidade
Perde o medo!
Abraça a vida, a loucura
Quer sentir, viver todas as sensações
Fartar-se de amor, milhões de amores
E nunca amar ninguém
O tempo é pouco
O amor é louco
Amar é pra poucos
Morte é certeza!
Vida é só vida
Viver é diferente
Perigoso
Ouve-se aquela música
Que sempre toca... Sempre
Mas não para sempre!
Sempre nada será para sempre
Tudo perdido para nós
Não adianta atar os nós!
Tememos não viver
Queremos viver
Uma vida que é o agora
Pois se morre a qualquer hora
Às vezes sem adeus, sem DEUS
Em cada milésimo de segundo.
Há um campo minado...
Quem faz reflexões enlouquece cedo
Quando sente a fragilidade da vida
A poeira que envolve a felicidade
Perde o medo!
Abraça a vida, a loucura
Quer sentir, viver todas as sensações
Fartar-se de amor, milhões de amores
E nunca amar ninguém
O tempo é pouco
O amor é louco
Amar é pra poucos
Morte é certeza!
Vida é só vida
Viver é diferente
Perigoso
Dionísio de Jesus
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